domingo, 14 de dezembro de 2014

Cartola

O mundo, foi um moinho, so voce nao percebeu, perdeu-se no tempo, é uma pena, mais o amor morreu, a rosa muchou, o verão acabou, fiquemos a sos, outros estranhos a de vir, e dai surgir, um novo, amor, um novo eu, de novo voce o amor morreu, a rosa muchou, o verão acabou, fiquemos a sos, outros estranhos a de vir, e dai surgir, um novo, amor, um novo eu, de novo voce

Se é pra falar da luz, que clareia você

Vejo estrelinhas aqui do alto, sigo meu caminho a caminho delas, por onde estao? Sera que vou encontrar?
Vejo luzes, e discos voadores, vejo carros motos e plantas, vejo todo um mundo a minha volta, so nao vejo voce. Poderia fumar março(s), o mes que te conheci, ate nesse momento, me lembro de voce. Mas sigo em frente, nao fazendo ideia de onde isso ira me levar. 

Vai entender

vai intender,
o que você quis me dizer,
com até breve,
Pois ate breve, breve mente vira passado,
pois um ate breve, breve mente sera levado da memoria,
E so me restara, so, pra contar nossa historia.

Muros das saudades

Olhando pela cidade,
 Não deixei de reparar,
Os muros por onde passo,
Querendo saber o que há
Por trás de cada muro,
Protegendo um certo lugar.
Tem muros de todas as formas,
E formas por todas as cores,
dependendo de quem decore,
Ou se de tela do tempo foi.
Tem muros que protege casas,
Que dava pra uns vinte cristão morar,
Mas esta largado as traças,
Ai de quem perto dele chegar.
Tem muros que de tão protegidos, 
Parece uma muralha, 
Nunca vi tanto parafuso, 
nem tanta  parafernália,
para guarda um só  lugar,
Não sei se é para impedir de sair,
Ou evitar atrás do muro olhar.
Mas andando pelas favelas, 
vi um muro diferente,
Marcado com nome de gente,
Que não mora mais ali.
Não sei por qual motivo,
ou quem iniciou,
Essa forma esquisita, 
de lembrar, a  quem esse mundo já deixou.
São os muros da saudade, 
que cerca toda favela, 
O que mais me surpreende,
É ter tanto nome nela,
E tão pouco se foi feito,
Pra evitar essa tragédia.
Se você não sabe agora,
De que muro falo,
olhe agora no jornal,
Ou assista noticiário,
Nas noticias cotidianas, 
De moradores daquele bairro,
O nome do jovem que foi,
Brutalmente assassinado,
E que não passara de estatística,
Na boca do poder,
E entre naquela favela, 
que você vai ver.
ouse olhar, vá lá ver,
Amanha alguém a chorar,
Mais um nome a escrever,
No muro da saudade.
Para que ninguém esqueça,
Que não somos estatísticas,
e sim somos um povo,
querendo mais um dia viver,
E mesmo que a sociedade,
Queira nos esquecer,
escreva lá seu nome,
Que não esqueceremos de você

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Eu sou

Eu sou, assim como sou,
Não importa sua opinião,
pois no fim,
sou Eu quem manda no meu coração.

Pra quem quiser saber, fale-me mais do que só um " como vai você?", pois vou bem, mesmo contra a vontade de quem não me quer bem.

mesmo que não pareça, eu sou assim, com esse coração dos anos 60, mentalidade dos anos 80 corpo do século XXI.

Mas no fundo, eu sou esse a seu lado, basta deixar-me ser eu