segunda-feira, 17 de março de 2014

Déjà vu

A cada dia, é um dia, mais longe da quele dia,
o dia que durou 21 anos,
quando as flores, mostraram seus espinhos, os poemas gritos de guerra na boca dos estudantes, (antes que o dops o levassem)  "pois  não tiveram tempo de ter medo".
Medo do que não se via, medo do que sumia, medo de sorrir.
Espero a cada dia, que voltem os desaparecidos, que libertem os escondidos,
que os mortos ( e vivos) tenham paz.

justiça pelos desaparecidos, 
dos mortos se ouve os gritos,  " Brasil. Ame ou deixe-o" nunca mais. 

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